Amor por Anexins
O personagem Isaías, um velho de aparências não muito interessantes, tenta conquistar uma bela e interesseira viúva. Tudo seria normal se não fosse o vício de Isaías de falar quase que o tempo inteiro através de anexins, ou seja, ditados populares.
Sobre o Autor e o Texto:
Arthur Azevedo foi um grande aquarelista das coisas do seu tempo e, entre 1878 e 1906, um dos autores teatrais mais festejados e encenados no país, graças à sua criatividade e irreverência nos famosos Teatros de Revista. Nesses teatros eram apresentados os entremezes. Um entremez era uma pequena peça que se apresentava na frente da cortina dos Teatros de Revista durante as demoradas trocas de cenário. Amor por Anexins é um desses entremezes.
A escolha do texto se deu tanto pelo motivo de ser uma dramaturgia bem elaborada como pela sua temática, na qual o folclore dos ditos populares aparece de maneira criativa, no eterno vício de Isaías de falar por anexins ou ditos populares.
Estreia em 1997 e foi remontada em 2008.
Autor: Arthur Azevedo
Direção: Silvestre Ferreira
Elenco: Clarice Steil Siewert, Eduardo Campos, Andréia Malena Rocha e Vinícius Ferreira
Músicos: Andréia Malena Rocha e Vinícius Ferreira
Trilha Sonora: Andréia Malena Rocha e Vinícius Ferreira
Trilha Sonora (Primeira Etapa): Guilhermo Santiago
Letras: Arthur Azevedo
Figurinos: Lucas David
Maquiagem: O grupo
Cenografia: O grupo
Cenotécnica: Marcelo de Mello
Material Gráfico: Ismael Ramos Jr
Duração: 50 minutos
O espetáculo Amor por Anexins de Arthur Azevedo estreou em 1997, ano de fundação da Dionisos Teatro. Nessa primeira montagem, o espetáculo fez uma carreira de mais de 70 apresentações por Joinville e região, marcado pela atuação de Cleber Barat e Claudiane de Carvalho, indicada para melhor atriz no Festival Catarinense de Concórdia. A trilha sonora foi especialmente composta por Guilhermo Santiago e se constituiu em importante elemento para a linguagem e desenvolvimento do espetáculo.
Em 2005, houve uma mudança no elenco e entraram os atores Clarice Steil Siewert e Eduardo Campos. Depois de algumas apresentações em teatros e espaços alternativos, a peça foi também para a rua.
Em 2008, centenário de morte de Arthur Azevedo, o espetáculo foi remontado. Os figurinos criados por Ana Lúcia Rocha foram recriados por Lucas David. A trilha sonora, que na primeira montagem foi concebida por Guillhermo Santiago, foi recriada por Andréia Malena Rocha e Vinicius Ferreira. Estas mudanças se deram pela nova concepção da montagem que inclui música ao vivo e se dá num universo de carnaval antigo. Esta nova concepção deu mais leveza e um caráter mais popular à montagem.
Olá
" carlaQuero deixar aqui meus parabens pela excelente apresentação, tds aqui do sesi cruzeiro ficamos encantados.Belissimo trabalho. que vcs continuem brilhando. Sucesso
Abraços
Carla Tavares