Napiti Ditemê

napiti-diteme (4)

Deixe seu depoimento

Sinopse

Três pessoas, cada qual em seu espaço, cada qual com suas individualidades. A partir de suas necessidades começam a se relacionar levando a trama para o inesperado. Não existem regras para suas reações diante do novo, o encontro dita as leis. O limite entre um espaço e outro é o que distancia e une esses três indivíduos.

Estreia em setembro de 2004.


Ficha técnica

Direção: Silvestre Ferreira

Elenco: Andréia Malena Rocha, Clarice Steil Siewert e Eduardo Campos
Cenografia e figurino: O grupo
Maquiagem: Lucas David
Iluminação: Hélio Muniz

Operação Técnica: Vinícius Ferreira
Fotógrafo: Pena Filho

 

Duração: 40 min


Histórico e Premiações

  • 2008 | III EITAI - Tercer Encuentro Internacional de Teatro Alternativo y de Investigación em Santiago de Querétaro no México
  • 2006 | CENA 3 – Mostra da Associação Joinvilense de Teatro
  • 2006 | Participação no projeto A Escola vai ao Galpão de Teatro da Associação Joinvilense de Teatro.

Sobre o Espetáculo

A insegurança, os medos, a fome, os desejos, as manias e obsessões, os limites, tudo se mistura para criar “Napiti Ditemê”. Um mundo real em que se relacionar é uma tarefa necessária para todos e ao mesmo tempo extremamente difícil, às vezes desastrosa e às vezes simplesmente bela.
Esta montagem surgiu de uma necessidade do elenco da Dionisos Teatro em desenvolver uma pesquisa centrada na ação. Nossa companhia vinha há muito trilhando uma estética calcada na palavra, por isso resolvemos partir de um outro suporte, o espaço, para iniciar nossa pesquisa.
O que dizer e o como dizer de significativo para a contemporaneidade nos levava a um grande dilema. A indiferença, o individualismo exacerbado, a apatia e uma necessidade cada vez mais premente de disputa pelos territórios, seja na vida profissional, privada ou das nações. Quando levantávamos estas questões nos deparávamos com o medo de desenvolver um espetáculo apenas discursivo e direto.
Partimos então para um exercício teatral diário no qual não nos permitimos utilizar a palavra como substrato seguro para a construção cênica. Não nos permitimos também combinar, ou seja, fazer dramaturgia, mesmo que em grupo. Toda a construção partiu da ação física dos atores em espaços criados por eles e depois, na relação destes personagens criados a partir destas ações, com os outros personagens.